Nomes de diferentes espectros políticos articulam candidaturas para sucessão de Marcos Rocha
A corrida pelo Palácio Rio Madeira em Rondônia, sede administrativa do governo estadual, reúne políticos com bases eleitorais distintas e estratégias de oposição ou continuidade. O atual governador Marcos Rocha, em seu segundo mandato, indicou o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria, como o nome do PSD para a sucessão estadual. Fúria aposta em pautas conservadoras e no apoio da atual gestão para consolidar sua viabilidade eleitoral junto ao eleitorado do interior.
No campo da direita e centro-direita, o senador Marcos Rogério e o ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, aparecem como competidores diretos por espaço. Rogério conta com a chancela do PL e a proximidade com lideranças nacionais da legenda para repetir a disputa ocorrida em pleitos anteriores. Já Hildon Chaves busca unificar o PSDB e o União Brasil em torno de uma proposta focada na gestão da capital e experiência administrativa.
A esquerda e outros campos ideológicos apresentam alternativas como Expedito Netto, que recentemente se filiou ao PT, e Samuel Costa, pelo PSB. Netto utiliza sua trajetória no Legislativo federal e sua atuação no setor da pesca para atrair o voto popular e fortalecer a legenda no estado. Outros nomes como Luiz Carlos Teodoro e Sérgio Gonçalves completam a lista de possíveis postulantes ao cargo de governador.
As composições partidárias e as escolhas de candidatos a vice-governador e ao Senado devem ocorrer até agosto do próximo ano. O cenário permanece aberto a mudanças conforme as pesquisas de intenção de voto e as convenções oficiais definam as chapas definitivas. Até o momento, as assessorias dos pré-candidatos não formalizaram pedidos de resposta sobre as análises de movimentação política publicadas em portais especializados.