Além da autoestima, atletas buscam procedimentos estéticos para valorizar a marca pessoal e atrair patrocínios.
A harmonização facial passou a integrar a rotina de jogadores de futebol como uma ferramenta de gestão de imagem. A exposição contínua em redes sociais e campanhas publicitárias transformou a aparência dos atletas em um ativo econômico importante. O movimento reflete a mudança no perfil do jogador, avaliado além do desempenho em campo.
Especialistas da área médica apontam que os procedimentos visam melhorar a autoestima e transmitir maior simetria no rosto. O tratamento costuma incluir preenchimento com ácido hialurônico e aplicação de toxina botulínica para amenizar marcas de expressão. Os custos de um protocolo completo em consultórios especializados podem ultrapassar R$ 50 mil.
A busca por melhorias estéticas também se relaciona ao mercado publicitário e ao fortalecimento do marketing pessoal. Atletas como Vini Jr., Léo Pereira, Pedro Raul e Lucas Lima são exemplos de nomes associados a mudanças no visual ao longo da carreira. Especialistas em reputação destacam que o cuidado com a imagem complementa, sem substituir, a história e o talento esportivo.
Apesar do crescimento na procura, o preconceito no meio esportivo faz com que muitos atletas realizem os procedimentos de forma discreta, aproveitando o período de férias. O setor projeta a permanência dessa tendência à medida que os profissionais do esporte expandem a atuação como comunicadores e empresários.