Hildon precisa reagir para alcançar segundo turno ao governo de Rondônia

Redação Plenário

Hildon Chaves aparece com 10% na Quaest e está distante dos dois líderes. (Foto: Divulgação)

Quaest coloca ex-prefeito com 10%, atrás de Marcos Rogério e Adailton Fúria, mas número de indecisos mantém a disputa aberta

A pesquisa Quaest coloca Hildon Chaves (União) diante de uma corrida contra o tempo. Com 10%, o ex-prefeito de Porto Velho está atrás de Marcos Rogério (PL), com 24%, e Adailton Fúria (PSD), com 21%. Na fotografia atual, Rogério e Fúria são os favoritos às duas vagas do segundo turno.

O principal problema de Hildon é transformar sua força política em Porto Velho em presença estadual.

Na pesquisa espontânea, ele registra apenas 4%, contra 12% de Fúria e 11% de Rogério. Além disso, 58% dos entrevistados dizem não conhecê-lo, um índice que expõe a dificuldade de projeção fora da capital, mas também mostra espaço para crescimento.

A eleição, porém, está longe de definida. A Quaest registra 22% de indecisos na estimulada, 65% na espontânea e 42% de eleitores que admitem mudar o voto. Esse eleitorado representa a principal oportunidade para Hildon reduzir a distância dos líderes.

O cenário é simples. Hildon ainda tem caminho para o segundo turno, mas precisa mudar o ritmo da campanha.

Se Rogério e Fúria consolidarem a polarização, a terceira posição pode virar um teto. Para romper esse quadro, o ex-prefeito terá de avançar no interior, conquistar indecisos e transformar sua experiência administrativa em argumento para governar Rondônia.

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