Poder Legislativo afirma que imagens de bens valiosos não estavam na sede do órgão.
As imagens divulgadas na manhã desta quinta-feira (09) pela imprensa estadual, referente à bolsas e caixas com dinheiro em espécie e relógios de marca não possuem vínculo com a Assembleia Legislativa de Rondônia.
Os dados iniciais da apuração apontam que a maior parte desses materiais recolhidos estava em Manaus (AM), dentro de uma empresa privada que integra a investigação e não na sede do poder legislativo.
A Polícia Federal deflagrou a Operação Reduto para investigar suspeitas de fraudes em licitações, peculato, lavagem de capitais e associação criminosa. Os agentes cumpriram mandados judiciais nos municípios de Ariquemes, Porto Velho e Manaus, com o objetivo de recolher provas para o inquérito em andamento com suspeitas de desvios de R$ 9 milhões.
A Mesa Diretora da Casa informou que colabora de forma integral com as autoridades policiais para o esclarecimento dos fatos. Em nota oficial, a instituição declarou que “acompanha as medidas, está à disposição das autoridades e reafirma compromisso com a legalidade, a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos”.
O Parlamento estadual aguarda o acesso formal aos autos para identificar o escopo exato da apuração e definir novas formas de colaboração. A Mesa Diretora “defende o respeito ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa antes de qualquer juízo de valor sobre o caso”.