Bilionário acusava a criadora do ChatGPT de abandonar foco no benefício da humanidade para visar ao lucro
Um júri dos Estados Unidos decidiu contra Elon Musk no processo em que o bilionário acusava a OpenAI de ter se afastado de sua missão original. Os jurados concluíram que a empresa dona da inteligência artificial ChatGPT não pode ser responsabilizada pelas alegações de visar ao lucro. O empresário sustentava que a organização deixou de priorizar o desenvolvimento tecnológico para o benefício da humanidade.
O veredicto ocorreu após onze dias de depoimentos e debates em tribunal na Califórnia. O julgamento começou no dia 28 de abril e expôs questionamentos sobre a credibilidade de Musk e do CEO da OpenAI, Sam Altman. Ambas as partes trocaram acusações mútuas a respeito de priorizarem interesses financeiros no setor de tecnologia.
“A credibilidade de Sam Altman está diretamente em jogo”, afirmou o advogado de Musk, Steven Molo, durante a fase final de argumentação com os jurados.
O caso obteve atenção por debater os rumos comerciais e éticos da inteligência artificial no mercado global. A defesa da OpenAI rebateu as acusações ao longo das sessões e apontou que a ação judicial possuía fins concorrenciais. O desfecho encerra a disputa na primeira instância sobre os investimentos iniciais do fundador da Tesla na instituição.