Tribunal contratou serviço de R$ 282,8 mil para reativar sistema de energia solar e abriu licitação de R$ 211,8 mil para aquisição de videowall
O Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO) publicou dois procedimentos administrativos que somam R$ 494.700,28 para serviços de energia solar e aquisição de equipamentos de videowall.
Os atos constam do Diário Oficial da instituição desta segunda-feira (26). O primeiro envolve um contrato de R$ 282.809,54 para reinstalar o sistema fotovoltaico do Edifício Anexo III. O segundo corresponde a uma licitação estimada em R$ 211.890,74 para fornecimento de uma solução de telas destinadas à exibição de informações.
O contrato de energia solar foi firmado em 23 de outubro com a empresa Vivace Engenharia Ltda., por meio do processo SEI nº 004150/2026. O serviço inclui diagnóstico do sistema existente, reaproveitamento de componentes, fornecimento de materiais, reinstalação física e elétrica, testes e reativação do monitoramento.
O prazo de vigência contratual é de 12 meses. A publicação não informa quando o sistema deixou de funcionar, quanto custou sua implantação ou quais problemas levaram à necessidade de reinstalação.
Gastos do TCE de Rondônia incluem licitação para videowall
Além do contrato de energia solar, o tribunal anunciou o Pregão Eletrônico nº 90017/2026, destinado à contratação de uma solução de videowall, com valor estimado de R$ 211.890,74. A disputa está marcada para 13 de novembro, às 9h30, pelo horário de Brasília, na plataforma federal de compras.
O procedimento será realizado pelo critério de menor preço global, conforme o edital vinculado ao processo nº 006821/2025. O aviso não informa onde os equipamentos serão instalados nem apresenta as especificações técnicas completas.
A contratação do sistema fotovoltaico será custeada com recursos não vinculados de impostos, conforme a classificação orçamentária publicada pelo TCE. Já o valor do videowall corresponde a uma estimativa de licitação e ainda não representa contratação ou pagamento.
Os dois procedimentos, embora tenham finalidades diferentes, levantam questões sobre a necessidade dos investimentos, os custos de manutenção e o histórico de funcionamento dos equipamentos. Essas informações não foram detalhadas nos extratos divulgados pelo tribunal.


